Já fazia um bom tempo que estava atrás do último filme do diretor paulistano Beto Brant, pois não tem nenhum filme em sua filmografia que eu não tenha gostado. Pois bem, agora tem. Seu último longa, Cão sem Dono, quase me fez parar o dvd na metade e devolver o filme sem termina-lo, coisa que muito raramente acontece. Pois eu digeri os 82 minutos de película e estou arrependida de te-lo feito, era melhor ter parado no meio e trocado o dvd mesmo. O roteiro simplesmente não tem clímax, não sei se isso é um reflexo dos tempos modernos, algo do tipo "vamos revolucionar os padrões", mas, como toda obra audiovisual tem que manter a atenção de seus espectadores, a falta de clímax só nos faz esquecer mais rapidamente o filme, isso sem contar o sono que vai batendo durante a projeção. A fotografia é horrorosa, escura, desfocada e sem sentido algum, a edição não vou nem comentar, semplismente nunca vi tanto uso de fade em toda minha vida, não existe trilha sonora e os diálogos são de doer. Uma coisa meio dogma 95, so que atrasado mais de 10 anos... Resumindo: uma bomba sem igual! Detalhe: o roteiro ganhou o prêmio APCA e foi escolhido pela Petrobrás entre milhares de outras obras que acabaram não sendo feitas. Eu não sou do tipo que acredita na boa índole humana, acho sim que todos esses diretores mais populares do Brasil levam muita vantagem na hora de escolher seus roteiros e de designar prêmios. Mas premiar o roteiro deste filme é ir longe demais na puxação de saco...
sábado, 27 de dezembro de 2008
Cão sem Dono
Já fazia um bom tempo que estava atrás do último filme do diretor paulistano Beto Brant, pois não tem nenhum filme em sua filmografia que eu não tenha gostado. Pois bem, agora tem. Seu último longa, Cão sem Dono, quase me fez parar o dvd na metade e devolver o filme sem termina-lo, coisa que muito raramente acontece. Pois eu digeri os 82 minutos de película e estou arrependida de te-lo feito, era melhor ter parado no meio e trocado o dvd mesmo. O roteiro simplesmente não tem clímax, não sei se isso é um reflexo dos tempos modernos, algo do tipo "vamos revolucionar os padrões", mas, como toda obra audiovisual tem que manter a atenção de seus espectadores, a falta de clímax só nos faz esquecer mais rapidamente o filme, isso sem contar o sono que vai batendo durante a projeção. A fotografia é horrorosa, escura, desfocada e sem sentido algum, a edição não vou nem comentar, semplismente nunca vi tanto uso de fade em toda minha vida, não existe trilha sonora e os diálogos são de doer. Uma coisa meio dogma 95, so que atrasado mais de 10 anos... Resumindo: uma bomba sem igual! Detalhe: o roteiro ganhou o prêmio APCA e foi escolhido pela Petrobrás entre milhares de outras obras que acabaram não sendo feitas. Eu não sou do tipo que acredita na boa índole humana, acho sim que todos esses diretores mais populares do Brasil levam muita vantagem na hora de escolher seus roteiros e de designar prêmios. Mas premiar o roteiro deste filme é ir longe demais na puxação de saco...
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
Resoluções de Ano Novo
Odeio ano novo. Odeio ano novo simplesmente porque nada muda, tudo continua igual. E todos continuam a fazer as benditas resoluções, que não duram mais de 1 semana. A partir do dia primeiro de janeiro vou começar a fazer regime. No próximo ano vou me dedicar mais a família. Vou fazer caridade. O ano acaba e você está gordo, seu pai morreu e você nem percebeu e a instituição de caridade teve que fechar por falta de verba. Porque ao invés de se fazer resoluções para o próximo ano, não as fazemos diarimente? Se a dieta é realmente importante, o que muda começa-la agora e não daqui ha 1 semana? Pra mim ano novo é desculpa pra empurrar com a barriga as coisas que queremos ou achamos que devemos fazer e não fazemos nunca. Por isso mesmo que não farei resoluções para o próximo ano. Tanto, beber uma garrafa de champagne e pular na piscina a meia noite não vai mudar o fato que não sei o que fazer da vida e isso também não se decide numa sentada na mesa. Farei resoluções diárias. E a de hoje é continuar meu roteiro, que talvez um dia se torne uma resolução nos próximos anos.
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